A ADOLESCÊNCIA E A PERCEPÇÃO DA SEXUALIDADE

 

NEVES, Ângela Maria das

NEVES, Udiane de Oliveira

 

RESUMO

 

O presente texto surgiu da necessidade não só de atender às exigências de um curso freqüentado, mas especialmente da percepção da necessidade de buscar caminhos a serem seguidos no trabalho com crianças e, especialmente, que diretrizes seguir no trabalho com adolescentes. Após pesquisas bibliográficas, vídeos e rodas de discussão, foi elaborado o presente texto que trata da percepção que os adolescentes têm da sexualidade e de como essa sexualidade vai sendo praticada com ou sem responsabilidade, de acordo com as informações que esses adolescentes têm acesso. São discussões que ainda acontecerão por muito tempo, até que deixe de existirem as dúvidas sobre como atuar com esse público tão especial. O que se sabe é que o conhecimento vai sendo elaborado, construído a cada momento e, este texto não representa o encerramento de uma vertente de discussões, antes pretende representar uma opção a mais para que novas discussões e novas reflexões sobre a importância da temática sexualidade como objeto de ações dentro do ambiente escolar possam ser efetuadas.

 

PALAVRAS-CHAVE: 1. Adolescência; 2. Sexualidade; 3. Conhecimento.

 

INTRODUÇÃO

 

A escola é vista como o lugar da educação, por excelência. No entanto, a escola não é apenas isso, é também o lugar da convivência, o lugar onde crianças e adolescentes estabelecem relações que podem durar o tempo do ano letivo, o tempo da infância, o tempo da adolescência, o tempo de uma vida inteira.

 

Essa convivência tanto pode apresentar fatores de risco quanto de segurança. No tocante à sexualidade essas duas realidades vivem lado a lado, pois é na escola também, que crianças e adolescentes vão dar e receber informações, por vezes equivocadas quanto ao exercício dessa sexualidade.

O presente texto pretende discutir a percepção que crianças e adolescentes vão adquirindo à medida que freqüentam esse espaço e à medida que vão crescendo e se relacionando com outras pessoas. Cabe à escola, aos profissionais da educação estarem preparados para lidar com esse ambiente e com essa clientela que é plural e pede informações plurais, claras, objetivas.

Assim, é necessário que pais e educadores estejam prontos a atuarem ao menor sinal de dúvidas ou de problemas de maneira a ajudarem essas crianças e adolescentes a se prepararem para o exercício de sua sexualidade de maneira tranqüila, responsável e sem traumas.

 

 

2. A ADOLESCÊNCIA E A PERCEPÇÃO DA SEXUALIDADE

 

Cada pessoa, durante as várias fases da vida, passa por muitas transformações e vai se adaptando aos poucos com essas transformações. No entanto, em algumas dessas fases, as mudanças acontecem num ritmo tão acelerado que se torna difícil lidar com as mesmas.

Uma das fases em que isso parece quase impossível para quem a está vivendo é a adolescência, quando tudo toma uma dimensão exagerada. tudo é muito rápido, tudo é aqui e agora, ou pelos menos é isso que parece aos adolescentes. Assim,

 

A adolescência tem sido habitualmente associada a um momento de ruptura ou crise, que se dá tanto ao nível somático (transformações orgânicas advindas de processos hormonais) quanto ao nível psicológico (construção da auto-imagem e de projetos para a vida). [...] a afetividade e a sexualidade intensificam-se. Os interesses de adolescentes e jovens são fortemente mobilizados pelas escolhas de parceiros sexuais. É o momento em que os contornos da sexualidade passam a ser mais bem definidos e, por isso, é o tempo todo testada e experimentada. Sendo assim, não dá para a educação escolar se distanciar do tema da sexualidade, questão de alta prioridade para adolescentes e jovens [...] a escola, além de alertar paraos cuidados e prevenções necessárias para uma vida saudável, deve estar atenta para a abertura de espaços em que as escolhas e os papéis sexuais sejam tratados sem tabus ou clichês [...]” (ESCOLA CICLADA, 2001, p. 47-8)

 

São muitos conflitos, é o crescimento, são as mudanças comportamentais, as mudanças físicas, a dificuldade de entender e de se fazer entender. O corpo protesta, se “esparramando” para todos os lados. o adolescente parece não ter lugar onde ficar, enfim, é uma fase de grandes alterações, inclusive hormonais, quando, como afirma Freire (2009, p. 189) “[...] a sexualidade latente despertará em toda a sua força com o surgimento da puberdade. E sua manifestação se distinguirá pelo interesse na pessoa do outro sexo[...]”.

Esse interesse, consequentemente levará os adolescentes a procurar a companhia, o contato físico, a estar sempre junto do outro, enfim a se relacionar com a outra pessoa e, esse relacionamento provavelmente não se limitará ao beijo, ao abraço, podendo chegar ao ponto dos contatos íntimos, das relações sexuais. É nesse momento que a confiança, o diálogo com a família fará toda a diferença, assim como informações confiáveis recebidas na escola, pois assim os adolescentes, os jovens poderão estar aptos a tomar caminhos e atitudes que apenas favorecerão suas descobertas.

É nesse momento que tudo fará a diferença entre contrair ou não uma doença sexualmente transmissível ou ficar ou não grávida na adolescência, pois o panorama atual é problemático. De acordo com Perozim (2011), há notícias em que

 

(...) De acordo o Ministério da Saúde, desde o início da epidemia, em 1980m até junho de 2010, a infecção por HIV entre jovens de 13 a 24 anos é responsável por 11,3% dos 600 mil casos registrados no Brasil. E o mais alarmante: é entre jovens de 13 a 19 anos que está a tendência de crescimento do HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis.

 

Tal situação, de caráter trágico, posto que se está em pleno século XXI, com todo tipo de informação disponível, ao alcance de qualquer pessoa, aparece também em Guastaferro (2011) que apresenta a noção de que

 

Cerca de 30,5% dos alunos de 9º ano já tiveram relações sexuais segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do escolar (2009) e estima-se que, ao fim do Ensino Médio, de 70% a 80% exercite sua vida sexual.  O repertório sexual dos adolescentes é amplo atualmente. Eles se permitem investigar e descobrir formas de contato íntimo para lidar com interdições como a virgindade, e, assim, se relacionam de outras muitas maneiras que podem torna-los vulneráveis. Um exemplo é o sexo oral e a crença de que não expõe a DST. O número de dúvidas sobre a prática cresceu nos últimos anos assim como os casos de HPV e herpes, mas as aulas de orientação sexual a respeito das DST não acompanharam essa evolução, e continuam mostrando imagens horrorosas de estágios avançados de doenças. Na nova perspectiva de formação de competências para a vida não podemos segregar a educação sobre HIV/Aids, um aprendizado que envolve a participação juvenil, o pensamento crítico e a experiência. (p. 43-44)

 

2.1. A Escola e a Orientação Sexual

 

A escola necessita superar as barreiras existentes em seu próprio meio, ou seja, a existência de profissionais com conceitos preexistentes e que se recusam a lidar com a Orientação Sexual de maneira clara e objetiva, ou mesmo que tenham dificuldades para lidar com a questão da sexualidade nua e crua como às vezes ela se manifesta no cotidiano escolar, especialmente na faixa etária representada pelos adolescentes.

No entanto, é necessário superar essa dicotomia entre aquilo que se deseja e aquilo que de fato existe, no caso, os problemas dos adolescentes no que diz respeito às mudanças que enfrentam, tanto física quanto emocionalmente, ao cotidiano familiar, onde por vezes não há a opção do diálogo ou mesmo no cotidiano escolar, quando acaba, às vezes, conversando apenas com seu grupo de convívio, onde todos sempre tem as mesmas dúvidas e, onde pode sempre ser surpreendido pelo colega que diz saber de tudo e oferece informações que podem perpetuar problemas ou mesmo aumentá-los.

O que se percebe é que apesar de todo o aparato tecnológico, com todo tipo de informação disponível na mídia, seja ela televisiva, escrita, virtual, o adolescente ainda necessita sim, de muita atenção, de muito diálogo, pois hoje, como há décadas ou mesmo séculos atrás, as mudanças ainda acontecem de forma avassaladora para quem as enfrenta.

 

E, é nesse momento, que se não houver uma fonte segura, confiável e, especialmente aberta a diálogo, as crianças e, principalmente os adolescentes vão buscar informações em qualquer lugar, estando então sujeitos a todo tipo de influência.

Cabe não só aos pais (se bem que principalmente a estes) o papel de apoiar, formar e, informar esses adolescentes nas suas descobertas, mas também à escola, aos profissionais da educação, buscar estarem sempre prontos ao diálogo com essa clientela. Mas um diálogo de fato e não o mero repasse de informações deslocadas dos interesses de quem as está procurando.

É preciso, de fato praticar as ações previstas quando surgiu a necessidade de incluir nos currículos escolares, ainda que de forma transversal, a Orientação Sexual, que buscava soluções para os problemas de DSTs e gravidez adolescente.

Nesse contexto, se faz necessário

 

[...] buscar metodologias para inserir a educação sexual, de maneira lúdica e dirigida, atendendo às perspectivas do aluno e fornecendo ferramentas para que ele associe o uso do preservativo ao exercício do prazer. A escola deve estar preparada para uma abordagem integral da sexualidade. Apesar de citada inclusive em guias e diretrizes como os PCN, ainda é difícil expandir na prática a intervenção para além das exposições chatíssimas sobre órgãos reprodutores. Percebe-se, em oficinas que envolvem práticas sexuais, que o prazer e o reconhecimento da vulnerabilidade no cotidiano atraem maior interesse e têm mais impacto nos grupos do Ensino Médio. [...] Deve-se, então, trabalhar três pilares: conhecimento, atitudes e competências, auxiliando a tomada de decisão diante das condutas de prevenção. [...]Os adolescentes estão expostos a muitas informações parciais, por vezes tendenciosas ou contestáveis, e o acesso a uma educação sexual clara e baseada nos direitos humanos é fundamental na luta contra o preconceito e para assegurar ao jovem seu papel de sujeito de escolha – esse é o lugar do educador. Trabalhar o cotidiano das práticas sexuais facilita o reconhecimento das situações de vulnerabilidade e promove troca de conhecimento, podendo ampliar o número de respostas de enfrentamento e novas condutas – como o uso do preservativo em todas as relações. (Idem, 2011: p. 44)

 

Através de processos de formação continuada torna-se possível ao profissional da educação buscar desenvolver os pilares citados acima, que são o conhecimento, as atitudes e as competências a serem adquiridas, desenvolvidas e trabalhadas com os adolescentes de forma a propiciar aos mesmos a certeza de que poderão procurar apoio e informações claras, para dúvidas que porventura possam

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ter, pois só assim se torna possível combater de fato os problemas advindos da “descoberta” da percepção de sua sexualidade, podendo então praticá-la de maneira tranqüila e responsável.

O fato é que o adolescente

 

[...] procura conhecer a própria personalidade, mas é mais observador em relação à dos outros, tanto dentro como fora do núcleo familiar. Essa atitude é determinante no processo de escolha. O primeiro passo nesse sentido é a imitação. Portanto, pais, irmãos mais velhos, professores e amigos mais próximos são seus expelhos naturais e devem ter responsabilidade ao falar e ao agir, pois eles serão fundamentais na hora de o adolescente escolher a profissão, afastar-se de más companhias – individuais ou de grupos - e  da violência. Cabe às pessoas mais próximas, em quem o jovem confia, conversar sobre os riscos do uso de cigarro, das bebidas alcoólicas e das drogas ilícitas, (...) além da sexualidade – que envolve da gravidez precoce, normalmente indesejada, às doenças sexualmente transmissíveis. O adolescente gosta de novidade e precisa de estímulo constante para sempre buscar e praticar boas coisas – seja no meio familiar, religioso, profissional ou estudantil. Caso contrário, pode acabar envolvido por pessoas erradas. (PROGRAMA AGRINHO, 2008, P. 58)

 

 

 

Ou seja, profissionais da educação e pais ou responsáveis estão sendo muito mais observados e sendo seguidos em sua conduta do que estejam prontos para perceber, sendo necessário duplo cuidado com o que fazem ou falam perto dos adolescentes, que estão se descobrindo e descobrindo o mundo e, que muitas vezes tem modelos equivocados de conduta e, portanto os repetem, dando origem a tantos problemas.

Assim, cabem a essas pessoas, atitudes positivas no que diz respeito à própria sexualidade e à convivência com os adolescentes, de maneira a influenciá-los positivamente, não só pela fala, mas especialmente pela conduta.

É preciso procurar assim transmitir a noção de que é necessário o cuidado, sem falsas hipocrisias e sem falsos moralismos, pois, como aparece em Eisenstein & Matheus (2006: p. 14), é necessário “[...] estabelecer uma conversa amiga que abra novos horizontes e novos caminhos e que, com certeza, trarão mais e mais perguntas... é a vida!”. Percebe-se cada vez mais que o adolescente quer respostas claras, sem frescuras, sem fugas, que vão direto ao ponto.

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Vive-se a segunda década do século XXI. A mídia atravessa lares, escolas, locais de trabalho, enfim todos os lugares, bombardeando a tudo e a todos com todo

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tipo de informação, útil ou não. No entanto essas informações não tem sido de todo suficientes.

Esse cenário permite pensar que problemas ligados à prática indevida da sexualidade na adolescência como o sexo sem proteção não mais existem, que estão erradicadas as DSTs, a AIDS, a gravidez na adolescência, no entanto e, infelizmente tal fato ainda não se concretizou.

Há cada vez mais adolescentes contaminados, meninas continuam engravidando no início da puberdade, o nível de contágio pelo vírus da AIDS continua em alta, enfim, problemas que se acreditavam superados estão aí para provar que é necessário um esforço conjunto, coletivo, envolvendo a sociedade, a família, a escola, no sentido de tentar coibir não a sexualidade e seu livre exercício, mas os problemas provocados pela falta de informação e que podem vir a comprometer o futuro de toda uma geração de jovens.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas transversais, ética. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília; MEC/SEF, 1997. 146 p.

 

-----------. Parâmetros Curriculares Nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997. 164p.

 

----------. Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas transversais – terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1998. 436 p.

 

 

EISENSTEIN, E. MATHEUS, A. T. Fala Sério!: perguntas e respostas sobre adolescência e saúde. Ilustrações André Zan. – Rio de Janeiro: Vieira & Lent, 2006

FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. – São Paulo: Scipione, 2009. (Coleção Pensamento e ação na sala de aula).

GUASTAFERRO, C. M. Alvos do HIV. Educação Sexual. Informação não é o suficiente para que adolescentes se previnam em situações de risco. In: Carta na Escola. Ministério da Educação. Edição nº 58, Agosto de 2011. pp. 42-44

MATO GROSSO. Secretaria de Estado de Educação. Escola Ciclada de Mato Grosso: novos tempos e espaços para ensinar – aprender a sentir, ser e fazer. Cuiabá: Seduc. 2001 – 2ª ed. 195 p.

PEROZIM, L. Juventude e Aids. In: Carta na Escola. Ministério da Educação. Edição nº 58, Agosto de 2011. p. 4

Programa Agrinho: saúde: caderno do professor – Brasília: LK Editora e Comércio de Bens Editoriais e Autorais Ltda., 2008. 120 p.: il

 

 

AGRADECIMENTOS

 

A Deus. À família. Aos amigos. Aos colegas de profissão.

 

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